ELEIÇÕES 2022: FALTA NOÇÃO E SOBRA VAIDADE


Os eleitores estão acostumados a ver Chico Brasileiro como um político calmo e de fala mansa, mas aqueles que conhecem os bastidores da política sabem muito como realmente é o prefeito.


Em 2016, para chegar a prefeitura faltou com a própria palavra e descumpriu sua promessa de que não seria candidato a prefeito.

De dentro da estrutura partidária do PSD, um dos filiados do partido encabeçou a ação que impediu Paulo MacDonald de assumir a prefeitura após ter derrotado Chico nas urnas.

Sempre muito calculista, parece que agora a vaidade do cargo o deixou sem noção da realidade.


Com fim do seu mandato se aproximando, Chico está se arriscando na tentativa de tornar sua esposa deputada estadual para se manter no poder. Se fracassar em eleger Rosa Maria, terá que lidar com a mágoa de aliados poderosos com quem rompeu e passou a menosprezar ao decidir embarcar nessa aventura alucinada de uma pré-candidata apática.


A falta de noção será ainda mais evidente se realmente insistir em lançar alguém sem expressão e que foi incapaz de gerir a pasta da saúde. Recentemente algumas matérias jornalísticas evidenciaram a superlotação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a “troca de cadeiras” na Secretaria Municipal de Saúde foi apenas para a da primeira-dama se preparar para as convenções.

A preocupação com a saúde da população iguaçuense é crescente e ao observar a cidade é possível ver problemas em diversos âmbitos do município. A cidade esta largada, ruas recém pavimentadas se desfazendo, alagamentos, obras atrasadas, estruturas decadentes, transporte público precário e dezenas de credores a porta da Fundação municipal de saúde.

Sem contar os escândalos da secretaria de educação em relação aos pix do fundeb e a luz oculta que ainda vai mandar muita gente pra cadeia.

Com tantos problemas, a Eleição da Primeira-dama parece ser cada vez mais distante. Mesmo com muito dinheiro e com a máquina pública na mão, a dificuldade de vender a gata como lebre vai ser bem grande.


Aos meros mortais, só cabe a responsabilidade de não premiar com seu voto quem está na origem dos problemas.